Titulo Desconhecido.
Eu não sei tudo acerca dos acasos presos em nós. Não, não e não. Definitivamente não me cabe tamanha astúcia.
Por mais que eu queira traçar neologismos e ideologias, e os ache suficientes para nos descrever: não! Não me cabe.
As palavras não sucumbem a tristeza nos meus olhos cor de saudade.
Meus pensamentos me enganam e meus desesperos me ferem até o respirar.
Inspirar, expirar, inspirar. Paranoia. Caos.
E esse caos poetizado me causa enjôo, espanto e uma tristeza agônica.
Quando a falta de paz começou a vender mais do que amor? Ser caos e morte: lirismo é falta de sorte?!
Eu não sei. Sou para o amor e não me vejo sem querer amar. Meus versos são graça só pra disfarçar meus instantes de desassossego. E a minha poesia que dança no ritmo do teu coração, salvável pelas reticências fugidas por entre meus dedos, se cala. Emudece na ébria madrugada da minha cama duas vezes maior. E dói não ter amor aqui. Atormenta. Tormenta.
Escrever pela tristeza acorrenta o peito à inconstância do meu ser, que embriagado pela acidez dos teus lábios busca a saída desse labirinto sem fim. Teu olho me embebeda – e tua sagacidade me espanta. Me lê nas entrelinhas e rima sem forma, sem cor e sem nexo. Sentimento perene que corrói até a alma. E só me resta calma, nesse inacabável caos de amor.
Voraz e Guilherme Latorres - (Pagina do facebook, 946-Poesia)
Meus pensamentos me enganam e meus desesperos me ferem até o respirar.
Inspirar, expirar, inspirar. Paranoia. Caos.
E esse caos poetizado me causa enjôo, espanto e uma tristeza agônica.
Quando a falta de paz começou a vender mais do que amor? Ser caos e morte: lirismo é falta de sorte?!
Eu não sei. Sou para o amor e não me vejo sem querer amar. Meus versos são graça só pra disfarçar meus instantes de desassossego. E a minha poesia que dança no ritmo do teu coração, salvável pelas reticências fugidas por entre meus dedos, se cala. Emudece na ébria madrugada da minha cama duas vezes maior. E dói não ter amor aqui. Atormenta. Tormenta.
Escrever pela tristeza acorrenta o peito à inconstância do meu ser, que embriagado pela acidez dos teus lábios busca a saída desse labirinto sem fim. Teu olho me embebeda – e tua sagacidade me espanta. Me lê nas entrelinhas e rima sem forma, sem cor e sem nexo. Sentimento perene que corrói até a alma. E só me resta calma, nesse inacabável caos de amor.
Voraz e Guilherme Latorres - (Pagina do facebook, 946-Poesia)
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